Oportunidades de emprego na EGP: Rui Costa recusa oferta nacional e muda-se para o Santiago Barnabéu.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Rui Costa no Real Madrid
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JAA
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Emprego percário
Não pensem que eu acho desprestigiantes os empregos em lojas de shopping: o que me preocupa são as pessoas que encaram esses empregos como empregos para a vida.
Sempre achei que os trabalhadores dessas lojas seriam estudantes à procura de dinheiro para financiar os seus consumos, ou imigrantes, que, numa fase inicial da sua adaptação à nova sociedade, ainda não se tinham encaixado no mercado de trabalho. Em resumo, pessoas ainda a desenvolver (devido à idade ou à cultura) capacidades para competir num mercado laboral cada vez mais exigente.
O que me dá que pensar nestes meus devaneios consumistas é se as pessoas a trabalhar nas lojas não se enquadram no perfil que eu conceptualizei. Olho para elas como pessoas que já estariam a competir num mercado laboral mais evoluído, com rendimentos médios superiores e com maior exigência tecnológica e de conhecimentos.
Dou por mim a achar que o nosso sistema de ensino falhou na preparação de toda uma geração. A proliferação de licenciados na área das ciências sociais e na vertente de ensino é quanto a mim uma grande falha no nosso mercado laboral. Para além de uma maior aposta nas ciências naturais e na engenharia, o constantemente repetido incentivo ao empreendorismo é fundamental para a dinamização da economia e para a revitalização da massa laboral.
Só uma força de trabalho bem formada e com espírito dinamizador é que consegue assegurar à economia taxas de crescimento sustentáveis a longo prazo. Acredito cada vez mais que o nosso grande objectivo deve passar por aqui.
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Eduardo Oliveira Teixeira
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Etiquetas: Emprego
domingo, 30 de dezembro de 2007
O repasto dos guerreiros
Serviu para nos afastarmos da escola, mas na verdade todos falavam da maratona de Economia (nem quenianos aguentavam aquele ritmo) e das novas disciplinas que se avizinham.
O mês e meio que agora termina foi o culminar de um trimestre duro, desgastante e trabalhoso: exactamente o que se espera de um MBA. A garantia que temos é que ainda se avizinham muitos momentos complicados, onde vão ser colocadas à prova as nossas capacidades.
O convívio foi excelente, desde a selecção das entradas, passando pelas sugestões picantes do Jorge e acabando nos profiteroles comunitários.O restaurante (www.dicasa.pt) recomenda-se pela localização e pelo ambiente.
Encontros destes são bem-vindos e recomendam-se!!! Espera-se é que no próximo estejam presentes os faltosos!
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Eduardo Oliveira Teixeira
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Etiquetas: Jantar
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
A Epifania da Contabilidade
E eis que após 6 horas de laboração intensiva sobre as diversa técnicas de custeio se chega ao momento de enlevação contabilística: afinal os processos de internalização de produtos têm de ser analisados pela via do custeio variável! Claro! A visão fica mais clara com a magistral explicação que se apresenta no esquema e que, obviamente, não deixa qualquer margem para dúvidas. Claro como água...
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JAA
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19:27
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sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Mas que jogaço!
Por um destes dias , realizou-se um mítico jogo de futebol ali para os lados de Leça. Garanto-vos que vi no mesmo campo de futebol o Zidane, o Redondo, o Platini, o Kovacevic, o Maldini, o Di Stefano, o Laurent Blanc, o Puskas e o Garrincha!!!
Escusado será referir a qualidade técnica do futebol jogado, sendo mais importante mencionar o esforço colocado em campo por estas estrelas de futebol (bem demonstrado pela reportagem fotográfica). Entre os
músculos doridos e as camisolas encharcadas, houve ainda espaço para controlar as tensões de alguns jogadores, já menos habituados a um ritmo tão intenso de competição.
A qualidade de futebol foi de tal modo marcante, que entre público perguntavam para que grupo da Liga dos Campeões estávamos a jogar!!! Entre bons momentos futebolísticos, não me canso de realçar os belos momentos de camaradagem vividos, com os defesas a abraçarem o avançado, tal era a amizade que sentiam por ele no momento.
Não posso deixar de referir a ausência sentida da claque de apoio, o que afectou o rendimento de alguns jogadores, desejosos de ouvir as palavras de incentivo.
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Eduardo Oliveira Teixeira
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11:55
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Etiquetas: Futebol
sábado, 20 de outubro de 2007
O que fazer numa sexta e sábado sem aulas (ou algumas ideias sobre mercados e consumidores, embrulhados no acontecimento político da semana)
Finalmente uma sexta-feira e um sábado seguidos sem aulas!!! Como nem sabia o que fazer com tanto tempo, as cadelas estavam sossegadas e o marido fora, decidi pôr as leituras em dia.
E assim foi, lá comecei por Economia. Oligopólios e concorrência imperfeita. Porém, foi sol de pouca dura. Tinha algumas leituras por digerir: a Atlântico deste mês, pôr-me a par do Tratado (o do que se passa na bloggosfera), ler o Expresso...
Sendo assim, depois de ter feito a digestão de tanta informação, acabo o dia de hoje com algumas ideias que, espero, um dia virem a estar relacionadas com Economia (mas duvido que me façam destas perguntas no exame de 6 horas...). Vamos então a isso.
Comecei por ler o Abrupto (não sou fã, mas parece a transmissão em directo de um jogo de futebol! Têm a certeza que o JPP não esteve na zona de imprensa?). No fim, sentia-me como se tivesse lá estado! Entretanto, passei também pelo Insurgente, e parei uns instantes nas perguntas ausentes... Depois do minuto 3:57 do vídeo da conferência de imprensa da Presidência, comecei a pensar se este Tratado ficará para a história como o Tratado de Lisboa, ou o Tratado, em Lisboa? E para quem é que foi porreiro?! Só a história o dirá...
Por outro lado, no Expresso vinham dois artigos sobre o que actualmente considero as duas oportunidades de ouro dos negócios: o aumento da esperança de vida e a pacificação de África. Temos à nossa frente dois grandes segmentos de consumidores: os idosos, que não estão só nos países desenvolvidos, e os Africanos.
Em relação aos primeiros, nós, europeus, estamos muito habituados a vê-los como os como uma camada da população, típica dos países desenvolvidos. Sem dúvida que isso é verdade, mas este segmento tem muito mais variedade do que se pensa à primeira vista: em países em vias de desenvolvimento, altamente populosos, a esperança de vida está a aumentar de forma galopante, e os idosos começam a representar franjas da população muito interessantes em países como a Índia, por exemplo. Não se trata do mesmo poder de compra, mas trata-se de um mercado com muito mais consumidores, portanto, meus senhores, façam as contas!
Relativamente a África, a pacificação do continente está a atrair cada vez mais empresas, para aproveitarem a mão de obra e os recursos, com um risco político significativamente menor. Por outro lado, e apesar dor números trágicos da epidemia da SIDA e doenças associadas, África representa todo um continente de potenciais consumidores, com poder de compra reduzido mas ávidos do que seria "um bocadinho do céu ocidental". Assim, quer encontrar produtos de baixo custo e massificáveis para o mercado africano, pode ganhar uns euros.
E assim regresso ao Tratado. Será que a nova Europa vai ver o que está do outro lado do Mediterrâneo? Cá estaremos para ver, em Dezembro, na dita Cimeira...
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Catarina Maia
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sexta-feira, 19 de outubro de 2007
O que ando a ler
O livro descreve a forma como as empresas são analisadas hoje em dia, e como facilmente assumimos que as consequências do seu desempenho são características quando olhamos para o desempenho de uma empresa e vice-versa. De forma sucinta, analisa o desempenho de diferentes empresas, e as considerações feitas sobre o seu desempenho e respectivas suas causas, demonstrando que muitas vezes que o que é elogiado em tempos de crescimento é criticado em tempos de crise.Para além de dar uma visão crítica sobre as verdadeiras razões do sucesso das empresas, descreve as histórias de sucesso/ insucesso de algumas das mais famosas empresas do mundo, dando-nos a conhecer algumas das boas/ más práticas do mercado.
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Eduardo Oliveira Teixeira
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11:22
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Etiquetas: Gestão; Análise de empresas
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Estão perdoados!
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Hélder Freitas
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quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Queda...
É justo que saibam desde já que esta mensagem não é sobre o MBA. Não pude, no entanto, deixar de a escrever.
Nas nossas áreas de interesses, cada um de nós acaba por encontrar e reter nomes marcantes, referências que nunca mais se esquecem. À força de longos períodos de convivência, tornam-se familiares, a acabamos por ganhar simpatias (ou antipatias…) por pessoas que nunca conhecemos, mas sobre quem formamos uma opinião.
Ora, dada a minha formação, um desses incontornáveis vultos é o de James Watson. Juntamente com Francis Crick, ele revelou ao mundo, em 1953, a estrutura em dupla hélice do DNA, sendo este um marco histórico da ciência. Apenas como apontamento, é evidente que esta descoberta não surgiu isolada do passado, sendo por demais justo referir também o nome de Rosalind Franklin, cuja Photo 51 foi fundamental para o desenrolar do resto do processo.
Mas voltando a Watson, ele tornou-se desde há muito uma das tais referências para mim. O respeito pela pessoa era grande, mas tudo se alterou no tempo que demora a ler uma notícia… De acordo com ela, o senhor disse, e passo a citar “Toda a nossa política social está baseada no facto da inteligência deles [dos africanos] ser a mesma que a nossa. Mas todas as experiências dizem que não é bem assim. Quem tenha que lidar com empregados negros sabe que isto não é verdade”. Além desta pérola, é-lhe também atribuída uma outra declaração, há 10 anos atrás, em que afirma que se por acaso fosse descoberto e identificado um gene para a homossexualidade, então as mães em cujos fetos tal fosse detectado deveriam ter o direito de abortar.
Há realmente uma coisa em que concordo com Watson: a inteligência não está igualmente distribuída pelas pessoas. Julgo é que se enganou no padrão, e aparentemente ele não foi muito favorecido…
Tal como nos vem sendo dito nos últimos tempos, a reputação é algo que demora muito a construir, mas muito pouco a perder. Neste caso, demorou duas declarações. Fica o respeito pelo trabalho.
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Hélder Freitas
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terça-feira, 16 de outubro de 2007
Quero mais!
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Hélder Freitas
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domingo, 14 de outubro de 2007
Ponto de situação
Entretanto começaram as aulas e iniciou-se aquele ritmo frenético que nos prometem durar todo o ano: já vamos ter um mini-teste a Economia na próxima terça, dia onde também temos que entregar a resolução de um exercício à mesma cadeira; vamos ter que realizar um"comentário", a um acórdão, para a cadeira de Direito a entregar no fim de Novembro; e temos que realizar a análise a uma empresa cotada da nossa escolha para a cadeira de Organização e Direcção de Empresas (quando digo análise, é uma análise daquelas!!!: financeira, mercado, clientes, posicionamento estratégico, e o que mais nos lembremos...).
Para além das aulas, temos também que nos começar a preocupar com a gestão das carreiras e com a participação em seminários e adicionalmente, andámos a congeminar as ideias sobre umas quantas actividades a desenvolver!!!
Apesar de uma semana ser ainda pouco tempo, estou a adorar as perspectivas e os desafios que se apresentam. Este promete ser um ano em cheio.
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Eduardo Oliveira Teixeira
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terça-feira, 9 de outubro de 2007
Outdoor 2007
Seis de Outubro de 2007, 8:10h da manhã: início do briefing antes da partida rumo a Caldelas, Braga, para aquele que viria a ser um dia inesquecível! Durante o percurso, com a equipa dividida em duas camionetas, e malgrado a sabotagem de que fomos alvo, conseguimos combinar o essencial: nome, grito de guerra, slogan, capitães de equipa, líder. À chegada, na antecâmara de um dia que nos fora descrito como um misto de diversão, trabalho e aprendizagem, sentíamo-nos motivados e curiosos com O QUE ia acontecer e COMO ia acontecer. Antecipando o final, as expectativas foram correspondidas!
À partida, uma baixa já conhecida e muito justificada do Zé Pinto (devida à Mafalda, a Contestatária), deixava um dos grupos da equipa coxo. Coxo em número de membros, mas de forma alguma em vontade ou ambição, como se viria a provar! Assim, o designado Departamento 1 da equipa era composto pela Alice, Catarina, Diana, Joana Mariano, André, Bernardo, Fernando, Jorge e Zé Miguel. O Departamento 2 contava com a Bárbara, Cecília, Joana Fontes, Alípio, Bruno, Eduardo e João. Eu, originalmente membro do Departamento 2, não fiz no entanto parte das operações, tendo ficado responsável pelo fluir de informação entre um centro de operações e os dois departamentos e pela distribuição de bolos de chocolate e coco para dar energia à malta! Impõe-se, também, mencionar o Rui, o Tiago e a Marta, que foram colocados em equipas de Executivos, mas cuja aquisição dos passes foi equacionada durante a jornada, não tendo no entanto sido possível concretizar os negócios.
O dia foi, tal como prometido, intenso. Às primeiras tentativas de execução das actividades, os tempos eram absolutos: não havia termo de comparação. Por isso mesmo, festejavam-se as conquistas com algumas reservas, pois ninguém imaginava que se pudessem manter até ao fim do dia. Tempos que pareciam bons haviam de se revelar absolutamente desproporcionados. Olhando para trás, atrever-me-ia até a chamar-lhes ridículos… Entre actividades ganhas e perdidas, a resiliência, a perseverança e a capacidade de acreditar ser possível eram testadas ao minuto. Por várias vezes conquistamos provas para, cinco minutos depois, estarmos a disputá-las novamente. E no processo acabamos por, em algum momento, liderar cada uma delas exceptuando o Baloiço e o Resgate. De todas, no entanto, tínhamos grandes aspirações em quatro: o Departamento 1 aniquilava todos os recordes no Passeio no Escuro e dava cartas na Rede; o Departamento 2 estava imbatível na Comunicação e próximo disso no Amendoim. Ainda para mais, o Ski parecia ter nascido colado aos pés do 2º Departamento, e no 1º as equilibristas e as torres de serviço tratavam por tu a fita cor de laranja! Pelo meio, com alguma sorte, ainda foi possível deter o recorde do Basket, obra do Departamento 2, e da Travessia, feito do Departamento 1. As perspectivas eram boas. Estávamos na vanguarda de várias das actividades, dispostos e capazes para lutar por elas e a prova disso era a liderança na geral aquando da pausa para almoço!
Dois momentos ENORMES do Passeio no Escuro!!
Durante a tarde, contudo, muita coisa haveria de se alterar, mas delas não constava o espírito de equipa, de ajuda, de cooperação já demonstrado de manhã. Por muito que nos digam que a ausência de conflitos não é um bom sinal, não vamos com certeza criá-los só para dizer que os temos! Além disso, em situações de stress (controlado), não existe só a opção de extravasar o fel. Uma alternativa é lutar ainda mais, ajudar ainda mais, puxar uns pelos outros ainda mais!! E foi isso que vimos acontecer! Joelhos esfolados, pernas e braços espalmados, olhos pisados podiam manifestar-se à noite, no dia seguinte, quando fosse, mas não naquele momento! Ali havia um objectivo comum e essa era força suficiente para esquecer tudo o resto. Mantivemos uma posição confortável durante toda a tarde, mantendo os recordes da Comunicação e do Passeio no Escuro (os dois exercícios em que a comunicação entre colegas era mais fundamental!), com tempos-bala em cada um deles! A Rede escapou-nos literalmente por segundos, atraiçoados por uma corda marota que fugiu debaixo dos pés. E o Amendoim, que acabou por se revelar uma questão de honra, foi por nós conquistado com um tempo absolutamente fantástico de 23 segundos!! Nunca tinha visto 5 pessoas agarradas, com um amendoim gigante no meio e de olhos vendados a correr encosta acima como se fossem um só e de olhos bem abertos!!! Impressionante!
No final, desilusão só pelo resultado. Ficamos em último. Os números não mentem: últimos… O peso da história esmagava-nos, levara a melhor sobre a nossa vontade. Ainda assim, sabíamos que o nosso melhor tinha ficado espalhado pelo campo de treinos e, mais do que isso, que saímos dali mais fortes do que à chegada. A viagem de regresso, entre sestas bem merecidas e conversas de rescaldo, foi feita de consciência tranquila e no conforto de um sentimento: temos verdadeiramente um grupo! O grupo do Amendoim!
André, onde tens a cabeça?
Ah, está aí! Ufa...
As vossas performances até me deixaram com cara de parvo!!
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Hélder Freitas
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quinta-feira, 4 de outubro de 2007
O início
A criação deste blog tem como objectivo possibilitar aos alunos do MBA da EGP um local onde descrever as experiências vividas durante a realização do mesmo, e dar a conhecer ao mundo o desafio que é realizar um MBA.
Mais do que um repositório de resultados de exames, publicação de trabalhos ou troca de informação, este blog pretende servir como o “diário” onde poderemos relatar toda a envolvente do MBA da EGP.
As temáticas poderão ser as mais diversas, começando na quantidade de trabalhos a entregar, passando pelas actividades desenvolvidas ao longo do ano, e até mesmo o jogo de futebol que tivemos que faltar para estudar, descrevendo assim a influência que o MBA e demais actividades têm no desenvolvimento pessoal de cada um de nós.
Espero que estejam todos com vontade de participar, para este se tornar de facto o registo do "nosso" MBA!!!
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Eduardo Oliveira Teixeira
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